Acabo de ler um artigo sobre missões, com argumentos muito emotivos e infelizmente utópicos. Pois eu vejo muito mais lutas e obstáculos aparecendo. Uma geração muito mais apegada ao comodismo, “cheeeiaça” de vaidade e achando que tão colaborando pro reino.. Em roda de crente, turma de crente, musica crente, show crente (bla, bla) morando numa bolha. Não se consegue chegar pra ninguém e pregar da maneira mais simples. Um esconderijo de “estratégias” para evangelismo que tentam tampar a vergonha de pregar o sincero arrependimento, pois o Reino está por vir, a falta de convicção no que diz acreditar, a falta de conhecer Quem se prega, nenhuma intimidade, nenhuma relação com quem tem se chamado de deus. Deus acaba sendo um desconhecido, e a imagem que se passa é de um (Z)eus brincando com os desejos humanos e castigando a cada erro(pecado?).